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O que saber antes de investir em criptomoedas em 2026, segundo o Mercado Bitcoin

São Paulo, 12 de janeiro de 2026 – Quem acompanha o mundo dos investimentos e economia certamente já se deparou com as palavras “Bitcoin” ou “Criptomoeda”. Mas, o
que muita gente ainda não percebeu é a dimensão desse mercado: 25 milhões de brasileiros já colocaram dinheiro em ativos digitais, segundo o Datafolha. O movimento reflete uma mudança estrutural no mercado, com os criptoativos cada vez mais integrados às carteiras de investimento e recomendados por grandes instituições financeiras. E nesse contexto, o início do ano surge como uma oportunidade para conhecer e se aprofundar nesse universo.

Para trazer mais clareza sobre como navegar pelo mercado cripto, Rony Szuster, Head
de Research do MB | Mercado Bitcoin, plataforma de referência em ativos digitais na América Latina, destaca os principais pontos que o investidor deve saber antes de investir em sua primeira criptomoeda:

Rony Szuster, Head de Research do MB. Reprodução

Comece pelo básico: o que é, afinal, uma criptomoeda?

Entender o que são criptomoedas e as diferenças entre elas é essencial para quem está
iniciando nesse mercado. Elas funcionam como dinheiro digital e permitem a transferência de valores sem intermediários, como bancos ou empresas de remessas. Diferentemente das moedas tradicionais, emitidas por bancos centrais, as criptomoedas são descentralizadas, ou seja, não ficam sob o controle de governos, operando em redes de blockchain, um sistema de registro digital compartilhado que ajuda a garantir a segurança e a transparência das transações.

O Bitcoin, a criptomoeda mais conhecida do mundo e com mais de 15 anos de existência, foi o ativo mais rentável dos últimos anos. Na última década, uma carteira com 5% da criptomoeda teve um retorno 33% superior ao de uma alocação sem ela. Além do Bitcoin, existem diferentes outras criptos, como Ethereum e Solana, cada uma com finalidades distintas, e as stablecoins, atreladas a moedas fiduciárias e com menor volatilidade.

Como encaixar criptomoedas na carteira

Gigantes do mercado de investimentos, como a BlackRock, maior gestora de ativos do
mundo, já indicam que até 5% da carteira deve ser alocado em Bitcoin como forma de
aumentar o potencial de retorno e reduzir a volatilidade do portfólio.

Para Rony, a diversificação com criptoativos deve começar com planejamento: “Antes
de investir, é fundamental definir objetivos e entender o próprio perfil de risco, fatores
que orientam o tamanho e a composição da carteira. Uma estratégia mais conservadora
é priorizar, no início, os ativos digitais mais consolidados, com histórico consistente e
maior liquidez. Assim, é possível ir aprendendo na prática conforme o desenvolvimento
desse primeiro aporte”.

Segurança e escolha da plataforma importam

Ter critério na escolha da criptomoeda, mas não avaliar com cuidado a plataforma onde investir, pode colocar todo o investimento em risco. Por isso, é fundamental entender o
nível de segurança, as boas práticas adotadas e o alinhamento da empresa às exigências do mercado e, agora em 2026, à nova regulamentação de ativos virtuais. “Na nossa operação somamos 13 anos de atuação, com auditoria independente e mais de 4 milhões de clientes, o que reforça nosso compromisso e robustez para o investidor”, afirma o Head de Research do MB | Mercado Bitcoin.

Ações que incentivam o investimento com condições promocionais também representam diferenciais na escolha da plataforma. O Mercado Bitcoin, por exemplo, oferece taxa zero para todos os investimentos em criptomoedas e cestas inteligentes realizados nas primeiras 48 horas após a abertura da conta, facilitando o primeiro aporte e incentivando o acesso ao mercado cripto para todos.

Pense no médio e longo prazo

Ao iniciar investimentos em criptoativos, especialmente em Bitcoin, é fundamental adotar uma mentalidade de retorno a médio e longo prazo, diante da volatilidade do mercado. Em 2022, por exemplo, o Bitcoin chegou a recuar mais de 70%, mas, pouco tempo depois, multiplicou seu valor por cinco.

“No dia a dia, o ativo passa por movimentos de alta e queda, porém é justamente nos
períodos de turbulência que se constrói o ganho de longo prazo, desde que o investidor
consiga manter a estratégia e não se deixe levar pela emoção”, comenta Rony. Segundo
ele, realizar aportes periódicos ajuda a diluir o preço médio ao longo do tempo e reduz
a dependência de análises gráficas complexas.

Pedro Fonseca
Pedro Fonseca
Jornalista formado pela UNESP-Bauru (2016-2019), com MBA em Negócios Digitais pela USP Esalq (2022-2024). Possui experiência como assessor de comunicação, assessor de imprensa, redator e locutor. Já atuou em iniciativa social e em agência de comunicação, lidando com empresas e personas das áreas de saúde, autodesenvolvimento, tecnologia, empreendedorismo, entre outras.
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