No último domingo (03), Faryar Shirzad revelou que a Coinbase entrou em contato com a CFTC dos EUA para comentar sobre os mercados de previsão. Confira mais informações sobre esta e outras notícias recentes de destaque relacionadas ao mercado de criptomoedas.
Coinbase
Conforme revelou Faryar Zhirzad, Chief Policy Officer da Coinbase, em seu perfil na rede social X, a plataforma enviou recentemente uma carta para a CFTC para comentar sobre os mercados de previsão nos Estados Unidos.

De acordo com Shirzad, em um dos pontos da carta, a Coinbase destaca que contratos baseados em evento não são uma novidade. “A CFTC supervisiona há muito tempo os mercados de derivativos e futuros que incorporam contingências do mundo real. Os mercados de previsão podem parecer inovadores, mas se enquadram perfeitamente na autoridade legal existente — nenhuma nova regulamentação é necessária.”
Paralelamente, em outro ponto, a Coinbase reforça que o Congresso dos EUA atribuiu a autoridade sobre os mercados de previsão à CFTC por uma razão: “supervisão nacional consistente dos mercados de derivativos. A intervenção fragmentada, estado por estado, corre o risco de minar essa estrutura e criar conflitos regulatórios em mercados que são inerentemente interestaduais.”
Finalmente, a carta destaca:
“A CFTC já possui autoridade para revisar, condicionar ou proibir contratos que sejam contrários ao interesse público — incluindo aqueles que suscitem preocupações com manipulação ou danos. Esse poder deve ser usado para fiscalizar casos extremos, não para excluir a categoria.
Os mercados de previsão estão amadurecendo. A questão não é se eles se enquadram na lei — eles se enquadram —, mas como garantir que se desenvolvam com integridade, clareza e salvaguardas apropriadas.
Agradecemos o envolvimento da Comissão e aguardamos a continuidade do diálogo.”
A CFTC divulgou nos últimos dias ações que tem tomado na justiça contra alguns estados do país norte-americano para reforçar que detém jurisdição exclusiva sobre os mercados de derivativos. Arizona, Connecticut, Illinois e Nova York, estão entre os estados em questão.
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