Na última quinta-feira (26), Jake Chervinsky e Cynthia Lummis comentaram sobre o Clarity Act em postagens na rede social X. Confira mais informações sobre esta e outras notícias recentes de destaque relacionadas ao mercado de criptomoedas.
Clarity Act
CEO do Hyperliquid Policy Center e membro do Conselho da Blockchain Association, Jack Chervinsky comentou sobre o Clarity Act em postagem na rede X ontem. Ele afirmou que as discussões sobre o rendimento de stablecoins têm tomado as coberturas midiáticas sobre a lei. No entanto, destacou que esta não é a única questão.
Para ele, o maior desafio é garantir que os desenvolvedores de software que não possuem custódia não sejam classificados erroneamente como transmissores de dinheiro. “Isso é negociável para o DeFi e ainda não foi resolvido.”
Paralelamente, ele escreveu:
“A última versão do projeto de lei bancária do Senado inclui a Lei de Certeza Regulatória de Blockchain (BRCA, na sigla em inglês) na Seção 604.
A BRCA esclarece que “desenvolvedores e provedores não controladores” não são instituições financeiras sujeitas às obrigações de KYC (Conheça Seu Cliente) sob a Lei de Sigilo Bancário.
Isso é obrigatório.
Mas o projeto também contém disposições no Título 3 que minam a BRCA e sujeitam todos os tipos de desenvolvedores de software não custodiantes às obrigações de KYC de qualquer maneira.
Essas seções precisam ser corrigidas ou o projeto de lei não funcionará para DeFi.
Se o projeto de lei não funcionar para DeFi, ele não funcionará para nada.”
Cynthia Lummis
Posteriormente, Cynthia Lummis, senadora pelo estado do Wyoming, respondeu à postagem de Chervinsky. Assim, ela escreveu:
“Não acreditem no FUD (Medo, Incerteza e Dúvida) — trabalhamos de forma bipartidária nas últimas semanas para fazer alterações no Título 3 que tornem este projeto de lei a proteção mais forte já promulgada para DeFi e desenvolvedores. Precisamos aprovar o Clarity Act para obter essas proteções.”
Peter Schiff
Comentarista financeiro norte-americano, Peter Schiff tem utilizado seu perfil na rede X para questionar o uso do Bitcoin para financiamento imobiliário nos Estados Unidos. Entre outros pontos, ele escreveu hoje:
“O único motivo pelo qual as GSEs (empresas patrocinadas pelo governo) garantem hipotecas com entrada em Bitcoin é para que os compradores de imóveis não precisem vender seus Bitcoins, o que ajuda a desacelerar a queda do preço da criptomoeda. Nesse processo, o governo perde a receita do imposto sobre ganhos de capital que teria arrecadado com a venda.”
