quarta-feira, julho 24, 2024
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Brasileiros investem R$ 6,5 milhões em fundos de criptomoeda

Fundos com investimentos em criptomoeda têm registrado um influxo significativo de capital, conforme apontado por um relatório recente da gestora CoinShares. Na última semana, esses fundos receberam mais de R$ 3,5 bilhões globalmente, com os brasileiros contribuindo com R$ 6,5 milhões. É uma tendência de crescimento contínuo, somando um total de R$ 157,5 milhões ao longo de seis semanas consecutivas.

Criptomoeda ganha destaque cada vez mais no país. Imagem: Divulgação

Criptomoeda ganha destaque cada vez mais no país

Os investimentos direcionados aos fundos brasileiros, embora expressivos, ainda ficaram aquém dos observados em outras regiões. Destaca-se o volume nos Estados Unidos, que lideraram o fluxo de depósitos com R$ 3,6 bilhões. Por outro lado, países como Suécia e Canadá registraram saídas de capital, totalizando R$ 41 milhões e R$ 156,5 milhões, respectivamente.

No entanto, vale ressaltar que é notável que os fundos com exposição ao Bitcoin continuam a ser os mais procurados, representando mais de 99% do influxo de capital na semana passada. 

Por outro lado, fundos que apostam na queda do BTC e aqueles com exposição ao Ethereum enfrentaram reduções em seus Ativos sob Gestão (AUM). Assim, toda essa dinâmica evidencia uma volatividade no mercado de criptomoedas.

A popularidade da Solana entre as criptomoedas entre os investidores que optam por fundos cripto, com um aumento de R$ 67 milhões em AUM na última semana. Assim, não apenas compensou as perdas anteriores, mas também reverteu o saldo negativo observado até o final de janeiro. Isso mostra a resiliência e o potencial de valorização dessa criptomoeda.

Além disso, os fundos que investem em cestas de criptoativos têm ganhado destaque. Eles receberam um influxo de R$ 12 milhões na semana passada e apresentaram um dos maiores crescimentos em AUM no acumulado anual, logo após os fundos com exposição ao Bitcoin. 

Em resumo, todo esses cenário reflete a diversificação e a busca por estratégias de investimento mais abrangentes no mercado de criptomoedas.

Paulo Cardoso
Paulo Cardoso
Formado pela PUC-RJ (2002) em Jornalismo, com Pós Graduação na ESPM-RJ (2006) em Comunicação com o Mercado. Trabalhou em rádio, jornal, editora de livros como revisor e agências de publicidade como redator, estratégia de negócio e social media. Editorias trabalhadas: entretenimento, futebol, política, economia, petróleo, marketing, negócios, iGaming e tecnologia.
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