quinta-feira, junho 13, 2024
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BTG Pactual aumenta recomendação em Ethereum após ETFs

Mynt é uma plataforma de criptomoedas do BTG Pactual que recentemente divulgou sua carteira recomendada para junho. Com a aprovação dos primeiros ETFs de Ethereum à vista nos Estados Unidos, a criptomoeda ganhou destaque. As perspectivas são tão boas que o banco fez um novo novo lançamento da criptomoeda na sua carteira de investimento.

Ethereum ganha destaque, mas o que é um ETF?

ETF é a sigla para Exchange-Traded Fund, que, traduzindo para o português significa Fundo de Índice Negociado em Bolsa

Assim, esses fundos representam uma forma de investimento que permite aos investidores adquirirem uma cesta diversificada de ativos financeiros. Então, esses ativos financeiros podem ser: 

  • Ações
  • Títulos
  • Commodities 
  • Criptomoedas (mais recentemente)

Os ETFs são negociados como ações comuns, por isso a importância de algumas criptomoedas serem reconhecidas como ETFs. 

Esse tipo de investimento oferece liquidez, transparência e baixos custos de administração. Por isso, são tão populares entre os investidores.

Em maio, o mercado de criptomoedas foi favorável. O Bitcoin atingiu uma alta de até 23,42% desde o início do mês até o pico de US$ 71,9 mil. 

A capitalização total do mercado cripto também cresceu significativamente, com um acréscimo superior a US$ 330 bilhões, indicando uma tendência de alta generalizada. Assim, essa evolução é atribuída, em grande parte, às mudanças positivas na postura dos órgãos reguladores americanos em relação às criptomoedas, especialmente à Ethereum.

Na carteira recomendada de junho para investidores conservadores, aumentamos a exposição sugerida em ether, a criptomoeda nativa da rede Ethereum. Então, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) aprovou os primeiros ETFs de ether à vista no país em maio, mas, até o momento, ainda não começaram a ser negociados.

Por fim, o BTG Pactual fez uma nova recomendação de criptomoeda, a Render (RNDR). Ela se destaca no setor de inteligência artificial e infraestrutura descentralizada (DePIN). 

Mas é um investimento indicado para aqueles com perfil moderado e sofisticado. O protocolo Render permite que pessoas com poder computacional ocioso se agrupem em uma rede, possibilitando que terceiros aluguem esse poder para treinar inteligências artificiais e renderizar imagens a um baixo custo.

Paulo Cardoso
Paulo Cardoso
Formado pela PUC-RJ (2002) em Jornalismo, com Pós Graduação na ESPM-RJ (2006) em Comunicação com o Mercado. Trabalhou em rádio, jornal, editora de livros como revisor e agências de publicidade como redator, estratégia de negócio e social media. Editorias trabalhadas: entretenimento, futebol, política, economia, petróleo, marketing, negócios, iGaming e tecnologia.
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