segunda-feira, maio 27, 2024
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“Rei das criptomoedas” é condenado a 25 anos de prisão nos EUA

O empresário Sam Bankman-Fried, fundador da corretora de criptomoedas FTX, foi condenado a 25 anos de prisão por desviar cerca de US$ 8 bilhões (R$ 40 bilhões) dos clientes da empresa. A FTX, que chegou a valer cerca de US$ 32 bilhões, faliu no final do ano passado, em um dos maiores escândalos financeiros envolvendo criptomoedas.

Corretora de criptomoedas faliu depois da fraude

O anúncio da sentença foi feito nesta quinta-feira (28) pelo juiz Lewis Kaplan, no tribunal federal de Manhattan, em Nova York. Bankman-Fried, condenado em novembro, irá apelar da decisão.

Acusaram o ex-bilionário de usar os recursos dos clientes da FTX para financiar a Alameda Research, um fundo de investimento também criado por ele. Mas a prática é ilegal, já que os negócios das empresas devem ser separados, mesmo que pertençam ao mesmo dono.

Assim, a fraude veio à tona em novembro de 2022, quando a mídia revelou que a Alameda Research devia cerca de US$ 14,6 bilhões à FTX. Por isso, seus clientes da corretora retiraram seus depósitos e isso resultou na falência da empresa e na prisão de Bankman-Fried.

Portanto, a queda do empresário, conhecido como “rei das criptomoedas”, é um marco nos mercados financeiros e mostra os riscos envolvidos no mundo das criptomoedas. A FTX, era uma das maiores corretoras do mundo, mas agora está em ruínas. Bankman-Fried perdeu toda sua fortuna pessoal, estimada em US$ 26 bilhões.

Então, a condenação de Bankman-Fried é um alerta para o setor de criptomoedas, que ainda é pouco regulamentado e suscetível a fraudes. Por isso, as autoridades americanas estão intensificando suas investigações sobre o mercado de criptomoedas, buscando evitar novos casos como o da FTX.

Em resumo, é importante que os investidores estejam atentos aos riscos envolvidos nas criptomoedas e busquem corretoras confiáveis e regulamentadas para realizar suas operações. A fraude na FTX mostra que, mesmo em um mercado em crescimento, é necessário cautela e diligência para evitar prejuízos.

Paulo Cardoso
Paulo Cardoso
Formado pela PUC-RJ (2002) em Jornalismo, com Pós Graduação na ESPM-RJ (2006) em Comunicação com o Mercado. Trabalhou em rádio, jornal, editora de livros como revisor e agências de publicidade como redator, estratégia de negócio e social media. Editorias trabalhadas: entretenimento, futebol, política, economia, petróleo, marketing, negócios, iGaming e tecnologia.
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