sábado, maio 25, 2024
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Vendas de NFTs caem 31% somente em abril

Abril trouxe um cenário de retração no mercado de criptomoedas e NFTs. O mês foi marcado por uma desaceleração nas transações desses ativos digitais. Com a diminuição das atividades comerciais, os principais players e plataformas cripto sofreram quedas substanciais nas métricas de transação. Isso indica uma mudança nas dinâmicas do mercado.

Mercado de NFTs instável, mas, ainda sim, rentável

As exchanges centralizadas (CEXs) mostraram uma queda expressiva nos volumes de negociação à vista. Houve uma diminuição de 35,7% de março para abril, totalizando US$ 1,6 trilhão.

A Binance, líder do setor, respondeu por 43,7% desse volume, o que equivale a cerca de US$ 699,25 bilhões. Mas, paralelamente, o setor de NFTs também sofreu uma desaceleração. As vendas reduziram para US$ 1,15 bilhão em abril, uma queda de 31,26% em relação ao mês anterior.

As vendas de NFTs enfrentaram uma queda significativa, totalizando US$ 1,15 bilhão em abril. Isso representa uma redução de 31,26% em relação ao mês anterior.

Além disso, o número de compradores e vendedores ativos de NFTs diminuiu consideravelmente. Houve uma queda de 51,88% e 45,72%, respectivamente. No entanto, mesmo em crise, o Bitcoin emergiu como líder em vendas de NFTs, gerando US$ 597,62 milhões em transações. Contudo, houve uma diminuição de 4,3% em relação a março.

Mas Ethereum e Solana experimentaram quedas mais acentuadas. As vendas de NFTs baseados em Ethereum caíram 56,8% e as vendas baseadas em Solana caíram 39,4%.

Em algumas coleções de Bitcoin houve um aumento de 16,91% nas vendas da coleção Uncategorized Ordinals e um crescimento exponencial de 25.796% nas vendas da coleção de WZRDs baseada em Bitcoin. Além disso, Ethereum teve a venda mais cara do mês, com o Cryptopunk #635 arrecadando US$ 12,4 milhões.

Em resumo, embora abril tenha sido um mês desafiador para o mercado cripto, é importante observar que algumas coleções e blockchains registraram aumentos nas vendas. 

Portanto, essa dinâmica sugere que, apesar das quedas temporárias, a demanda por ativos digitais pode se recuperar com o tempo.

Paulo Cardoso
Paulo Cardoso
Formado pela PUC-RJ (2002) em Jornalismo, com Pós Graduação na ESPM-RJ (2006) em Comunicação com o Mercado. Trabalhou em rádio, jornal, editora de livros como revisor e agências de publicidade como redator, estratégia de negócio e social media. Editorias trabalhadas: entretenimento, futebol, política, economia, petróleo, marketing, negócios, iGaming e tecnologia.
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